Nova arma derruba drones a 500 metros de distância

Dispositivo usa bloqueador de sinal de frequência para desativar a comunicação e transmissão de vídeo entre drone e operador.
 
Em paralelo à popularização dos drones, um outro mercado que quer, literalmente, destruir os dispositivos voadores também está crescendo. Na esteira da preocupação de que os aparelhos sejam usados para espionagem e invasão de privacidade, a empresa norte-americana DroneShield criou uma linha de equipamentos que derrubam drones no ar. O novo produto da companhia é uma arma que consegue desativá-los a 500 metros de distância.
 
Assista ao vídeo do Droneshield clicando no link -  Vídeo Droneshield  
 
 

O recém-lançado DroneGun MkIII usa as mesmas táticas de desativação de drones que os outros produtos da empresa - um bloqueador de sinal que causa interferência na frequência do comando do veículo. Mas, ele foi projetado para atuar em menor distância e ser controlado com uma mão só, permitindo uma operação mais rápida e fácil.

Em 2016, a companhia havia lançado uma espécie de espingarda gigante, chamada DroneGun, que impede o funcionamento do drone quando o alvo está dentro de 2 quilômetros de distância.
 
Assim como os outros dispositivos de interferência de sinal da DroneShield, o DroneGun MkIII desativa os drones lançando um ruído eletromagnético com as mesmas frequências usadas para controlar a comunicação e a transmissão de vídeo da aeronave não tripulada. Com isso, a transferência de sinal e gravação são desabilitadas. O drone, então, é forçado a pousar sozinho e com segurança, ou a retornar ao seu ponto de decolagem, o que facilita encontrar o operador do veículo.
 
De acordo com a companhia, a vantagem do DroneGun MkIII é que ele é menor e mais leve. O equipamento pesa 1,95 kg e tem dimensões de 63 (comprimento) x 40 (largura) x 20 (altura) em centímetros.
 
O equipamento funciona à bateria, com capacidade de uma hora de ação por carga. A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos não autorizou que o produto seja disponibilizado para amplo consumo. Por isso, até o momento, apenas agências governamentais do país podem adquiri-lo.
 
Via: New Atlas

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